19 de Septiembre de 2018
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Colección:
Revista Interamericana de Bibliografía (RIB)
Número: 1
Título: 1998

NOTAS

1. Sobre o movimento feminista brasileiro e a situação da mulher brasileira na sociedade e nas letras, consultar: June E. Hahner, A mulher brasileira a suas lutas sociais e políticas: 1850-1937 (São Paulo: Brasiliense, 1981); Dawn Jordan, “Building a History of Women’s Literature in Brazil.” Plaza 5-6 (1981-1982), 75-76; Heleieth I. B. Saffioti, A mulher na sociedade de classes: mito e realidade (São Paulo: Quatro Artes, 1969).
2. Massaud Moisés e José Paulo Paes, Pequeno dicionário de literatura brasileira. 2a. ed. (São Paulo: Cultrix, 1980), 205.
3. Essa situação começou a mudar a partir da década de 70 como resultado, em parte, da renovação do movimento feminista internacional e da comemoração, em 1975, do Ano Internacional da Mulher, promovido pela Organização das Nações Unidas. A partir desse período, mais mulheres começam a ver suas obras reconhecidas, estudadas e incluídas em jornais, antologias e livros de história literária, inclusive mulheres que já tinham começado a escrever nas décadas anteriores, entre elas as poetas Olga Savary, Hilda Hilst e Adélia Prado.
4. Ver Arnaldo Saraiva, O modernismo brasileiro e o modernismo português. Subsídios para o seu estudo e para a história de suas relações, Documentos inéditos (Porto [Portugal]: n.e., 1986), 164. É interessante observar que tanto Andrade Muricy (49), em 1936, como Beth Miller, cinqüenta anos depois, colocam Cecília Meireles num pólo completamente oposto ao de Gilka Machado no que diz respeito a suas realizações poéticas, em termos formais e ideológicos. Ver Andrade Muricy, A nova literatura brasileira: crítica e antologia (Porto Alegre: Livraria do Globo, 1936), 49: Beth Miller, “Uma reavaliação do cânon poético” Brasil/Brazil 1 (1988), 54-65.
5. A obra de Pagu (Patrícia Galvão) foi resgatada por Augusto de Campos no excelente livro Pagu: vida e obra (São Paulo: Brasiliense, 1982).
6. Ver, como exemplo dessa omissão, o Pequeno dicionário de literatura brasileira de Massaud Moisés e José Paulo Paes já mencionado em nota anterior.
7. Ver, Carol Berkin, “’Dangerous Courtesies’ Assault Women’s History.” Chronicle of Higher Education (11 December 1991), 44.
8. Massaud Moisés, História da literatura brasileira (São Paulo: Cultrix, 1985), III: Simbolismo, 255.
9. Gilka Machado, “Dados autobiográficos,” in Poesias completas, prefácio de Fernando Py (Rio: Cátedra, Brasília: INL-MEC, 1978), ix-xi.
10. Agripino Grieco, Evolução da poesia brasileira. 3a. ed. (Rio: José Olympio, 1947), 93, in Raimundo de Menezes, Dicionário literário brasileiro (São Paulo: Saraiva, 1969), III, 743-744.
11. Humberto de Campos, Crítica. 2a. serie. 2a. ed. (Rio: José Olympio, 1935), 314-315, in Raimundo de Menezes, Dicionário literário brasileiro (São Paulo: Saraiva, 1969), III, 744.
12. Ver Nadia Glottlieb, “Com Dona Gilka Machado Eros pede a palavra (poesia erótica brasileira nos inícios do século XX),” Polímica 4 (1982), 32.
13. Ver Fernando Py, prefácio, in Gilka Machado, Poesias completas (Rio: Cátedra, Brasília: INL-MEC, 1978), xxiii.
14. Ver Georges Bataille, Erotism: Death and Sensuality (San Francisco: City Lights Books, 1986), 11.
15. Sandra Gilbert e Susan Gubar, The Madwoman in the Attic: The Women Writer and the Nineteenth Century Literary Imagination (New Haven: Yale University Press, 1979), 47-49.
16. Mário de Andrade, “Mestres do passado - II: Francisca Júlia” Jornal do Comércio (12 agosto 1921), in Mário da Silva Brito, História do Modernismo brasileiro. 4a. ed. (São Paulo: Civilização Brasileira, 1974), I: Antecedentes da Semana de Arte Moderna, 259-266.
17. Cândida de Brito, Antologia feminina (Rio: Tipografia Póllux, 1928).
18. In Cândida de Brito, Antologia feminina 3a. ed. (Rio: Edição de “A Dona de Casa,” 1937), 18.
19. Marie Pope Wallis, “Modern Women Poets of Brazil” (n.p.: n.e., 1972), 9 (condensação da dissertação, University of New Mexico, 1947).
20. Ver “Dados autobiográficos,” x.
21. Ver Nestor Vítor, “Gilka [sic] Machado, ” O Globo (8 julho 1928), in Obra crítica de Nestor Vítor (Rio: Ministério da Educação e Cultura, Fundação Casa de Rui Barbosa, 1973), II, 320.
22. Ver Georges Bataille, Erotism: Death and Sensuality (San Francisco: City Lights Books, 1986), 17.
23. Agripio Grieco, Evolução da poesia brasileira. 3a. ed. (Rio: José Olympio, 1974), 94, in Nadia Gottlieb, “Com Dona Gilka Machado Eros pede a palavra (poesia erótica brasileira nos inícios do século XX),” Polímica 4 (1982), 34; Marie Pope Wallis, “Modern Women Poets of Brazil” (n.p.: n.e., 1972), 3 (condensação da dissertação, University of New Mexico, 1947).
24. Ver “Dados autobiográficos,” ix.
25. Ver Gilka Machado Poesias 1915-1917. 3a. ed. (Rio: Jacinto Ribeiro dos Santos, 1929), 3; Poesias completas, prefácio de Fernando Py (Rio: Cátedra, Brasília: INL-MEC, 1978), 3.
26. “Dados autobiográficos,” ix.
27. Lúcia Castello Branco, “As incuráveis feridas da natureza feminina,” in Lúcia Castello Branco e Ruth Silviano Brandão, A mulher escrita (Rio: Casa Mara Editorial, Livros Técnicos e Científicos, 1989), 109.
28. Ver Simbolismo de Massaud Moisés, citado anteriormente (257).
29. Joyce Anne Carlson-Leavitt, “Gilka Machado and Adélia Prado: Two Brazilian Women Poets’ Vision of the Female Experience,” dissertação. University of New Mexico (1989).