22 de Enero de 2018
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Colección:
Revista Interamericana de Bibliografía (RIB)
Número: 1
Título: 1998

NOTAS

1. Howard Wiarda, “After Miami: The Summit Crisis, the Peso and the Future of US-Latin American Relations”, Journal of Inter-American Studies and the World Affairs 37.1.
2. Ver como exemplo Peter Hakim e Michael Schifter, “Las relaciones entre América Latina y Estados Unidos: La Cumbre y sus postrimerías”, América Latina/Internacional 2.1 (Outono-Inverno 1995).
3. Luciana Magalhães, “EUA pedem apoio para livre comércio”. Gazeta Mercantil 4 de março de 1996.
4. Sebastião do Rego Barros Neto, “Eixos da Integração Sul-Americana”, Boletim de Integração Latino-Americana 17 (maio-dezembro/1995).
5. Ver a respeito Heraldo Muñoz, “O Chile frente ao Mercosul e NAFTA”, III Fórum Mercosul-Nafta (USP, 4 e 5 de setembro de 1995); Alberto Van Klaveren, “Chile: La política exterior de la transición”, América Latina/Internacional 1.2 (Outono-Inverno 1994); Guilherme Leite Ribeiro, “Chile-MERCOSUL: Crônica de uma associação anunciada”, Boletim de Integração Latino-Americana 14 (jul-set/94).
6. Tema abordado em 2 textos de Carlos Escudé: Realismo periférico: Fundamentos para la nueva política exterior argentina (Buenos Aires: Editorial Planet, 1992) 292; e “International Relations Theory: A Peripherical Perspective”, Working Paper N º 1 (Buenos Aires: Universidad Torcuato Di Tella, 1993) 159.
7. Wiarda, op. cit.
8. Georges Furiol and Sidney Weintraub, “US Policy, Brazil, and the Southern Cone”, The Washington Quarterly 18.3 (Summer 1995).
9. Peter Hakim, “President Bush’s Southern Strategy: The Enterprise for the Americas Initiative”, The Washington Quarterly 15.2 (Spring 1992).
10. J.A. Guilhon Albuquerque, “As duas agendas de segurança hemisférica”, Carta Internacional 37 (março 1996).
11. Furiol and Weintraub, op. cit.
12. Juan G. Tokatlián, “The Miami Summit and Drugs: A Placid, Innocuous Conference?” Journal of Inter-American Studies and World Affairs 36.3 (Fall 1994).
13. Peter Hakim e Michael Schifter, “Las relaciones entre América Latina y Estados Unidos: La Cumbre y sus postrimerías”, América Latina/Internacional 2.1 (Outono-Inverno 1995).
14. Félix Peña, “El Libre Comércio Hemisférico: El Mercosul e sus Relaciones”, III Fórum Nafta-Mercosul, Universidade de São Paulo, NPRI, 5/10/95.
15. O Estado de São Paulo, 3/3/96.
16. J.A. Guilhon Albuquerque, org., II Fórum MERCOSUL-NAFTA, Cadernos do Parlatino, nº 6, 1994.
17. Gazeta Mercantil, 14/03/1996, p. 3.
18. Folha de São Paulo, 15/03/1996, p. 3.
19.  Diferentemente do que afirma Marcelo de Paiva Abreu, para quem “não tem sido fácil manter políticas razoavelmente coerentes ao longo do tempo” (ver “Parceiros volúveis”, O Estado de São Paulo, 7/3/96).
20. O Mercosul, a ALCA e o acordo Mercosul-União Européia são exemplo de cada um desses tipos de regime.
21. Em relação aos quais, o limite seria a GATT-consistency, e não a busca de acordos GATT-plus.
22. Um desses temores já se concretizou com a abertura, na Segunda Reunião Ministerial sobre Comércio, em Cartagena, de novos grupos de trabalho nas seguintes áreas: Compras do Setor Pú-blico, Direitos de Propriedade Intelectual, Serviços, e Política de Concorrência.
23. Nesse sentido, “a introdução, no processo negociador, por parte de nossos parceiros da Aladi, de temas relacionados com o comércio em uma dimensão GATT-plus”, especialmente no caso das negociações com o Chile, é freqüentemente citada, entre negociadores brasileiros, como fator restritivo.
24. Pedro da Motta Veiga, “MERCOSUL: A agenda de consolidação interna e os dilemas da ampliação”, Boletim de Conjuntura Internacional 5.10 (1994).