23 de Enero de 2018
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Colección: La Educación
Número: (119) III
Año: 1994

RESUMO

Este artigo demonstra de que forma, mediante o emprego de uma “cartografia social” crítica—a criação de mapas que representem questões de educação e poder no meio social—, a pesquisa social pode dar mais um passo na sua luta para distanciar-se das limitações positivistas do modernismo. A cartografia social sugere não uma síntese, mas uma abertura maior do diálogo entre diferentes atuadores sociais, inclusive os indivíduos e aglomerados culturais que desejariam incluir suas “mininarrativas” no discurso social. Os autores dão a entender que a cartografia social tem potencial para se converter num estilo discursivo útil para demonstrar os atributos e capacidades, assim como o desenvolvimento e as percepções das pessoas e culturas que operam dentro do meio social. Ela oferece um método novo e eficaz de demonstrar visualmente a sensibilidade das influências pós-modernistas à abertura do diálogo social, especialmente para aqueles cuja legitimidade o modernismo negou.