22 de Junio de 2018
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Colección:
La Educación
Número: (118) II
Año: 1994

RESUMO

A discussão a respeito da problemática suscitada pela formação de professores e sua incidência nas práticas escolares tem-se caracterizado por uma marcante polarização de perspectivas. Tanto o normalismo como o profissionalismo tecnocrático empreenderam projetos de formação que deram lugar a estratégias e práticas institucionais diversas, ao mesmo tempo em que geraram órgãos conceituais que procuraram descrever as características e sentidos que deveria assumir o trabalho docente, com base em modelos abstratos acerca das matérias pedagógicas implicadas nas práticas escolares. Tanto o “professor como modelo exemplar”, proposto pela tradição normalista, como o “professor como perito em educação”, idealizado pelo profissionalismo, reduziram os termos do debate a formulações de caráter normativo-prescritivo, desviando a abordagem de questões mais significativas. O artigo propõe encará-las a partir de um ponto de vista crítico, que permita identificar e superar as limitações que esta polêmica apresenta. Por esse motivo, detém-se na consideração dos aspectos que caracterizam ambas as perspectivas e formula observações acerca dos eixos em que se deveria centrar uma proposta alternativa de formação docente.