16 de Octubre de 2018
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Colección:
La Educación
Número: (116) III
Año: 1993

RESUMO

Embora haja consenso no sentido de que a América Latina é uma região em fase de transição para a democracia, ainda prevalecem definições ultrapassadas de democracia. Esta tem sido definida tradicionalmente em termos de política formal, acentuando atividades eleitorais e os direitos dos indivíduos e grupos à liberdade, à igualdade perante a lei e à proteção contra a coerção arbitrária por parte do Estado. Nessa análise, a área de interação pessoal na vida quotidiana, particularmente na forma em que se verifica no lar e na escola, não é considerada. Para a mulher, contudo, estes são terrenos cruciais, nos quais ainda se mantêm práticas autoritárias. Diversas ocorrência recentes que tiveram à frente mulheres da América Latina resultaram em mudanças na concepção de maternidade e colocaram a mulher em esferas mais públicas, face à sua bem-sucedida mobilização para a defesa dos direitos humanos e a satisfação de necessidades básicas. Essas experiências estão resultando em mudanças incipientes dentro da família, com a mulher adquirindo um controle maior das decisões pessoais e familiares, e aumentando assim a sua autonomia na configuração de uma identidade social mais forte e menos submissa. O artigo assevera que a projeção das microdemocracias é componente essencial dos esforços para atingir e sustentar a democracia nos Estados nacionais. São nele identificadas diversas conseqüências da expansão da definição de democracia para finalidades educativas, especialmente as que dizem respeito ao currículo oculto, e formuladas várias proposições teóricas que mostram como a micro e a macrodemocracia necessariamente convergem.