20 de Julio de 2018
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Colección:
La Educación
Número: (115) II
Año: 1993

RESUMO

Este artigo foge da tese segundo a qual certas formas de organização social implicam maior intrusão no mundo natural do que outras e os modelos predominantes de desenvolvimento econômico têm sido sobremaneira hostis à “natureza”.

A discussão passa à consideração da economia política e da crise ambiental, identificando padrões em larga escala de destruição do meio ambiente na América Latina. O autor assinala uma característica central deste processo: enquanto os benefícios econômicos decorrentes da exploração dos recursos naturais com freqüência visam a cidadãos privados, a resultante destruição ambiental é absorvida pelo público. Portanto, certos grupos sociais beneficiam-se da destruição ambiental, ao passo que outros sofrem os seus efeitos. Uma solução para a crise ambiental exigirá uma transformação do padrão predominante de desenvolvimento e essa transformação deve ocorrer no nível político, no qual se determinam as prioridades do desenvolvimento.

O artigo conclui afirmando que a educação é um ponto de partida essencial no tratamento da crise ambiental e que esta se pode caracterizar mais precisamente como crise social. Ao contribuir para a solução da crise, a educação terá um objetivo específico, definido pela própria crise. A educação ambiental, para ser eficaz, deve assegurar-se de que os problemas ambientais ou os desequilíbrios nos processos naturais, tenham as suas raízes em desequilíbrios sociais, implicando iniqüidade, exclusão e poder centralizado. Neste sentido, a educação ambiental é importante foro para tratar a degradação ambiental, mas também represntará um ponto focal de conflito social.