21 de Abril de 2018
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Colección:
La Educación
Número: (114) I
Año: 1993

RESUMO

Este trabalho discute a relação entre a reforma educacional e as tendências econômicas, políticas e sociais e movimentos de reforma no Brasil. Argumenta-se que as escolas e o sistema educacional não são entidades isoldadas no contexto do desenvolvimento. Como tal, as reformas educacionais devem ser examinadas no contexto de um quadro mais amplo, à luz do inter-relacionamento dos processos econômicos, políticos e sociais.  Também são discutidos os benefícios e falhas da descentralização como fator no êxito dos programas educacionais no Brasil. A descentralização como solução para a ineficiência educacional é vista como essencial por muitos, sendo, ao mesmo tempo, rejeitada por outros. Os que estão a favor da descentralização defendem a participação crescente do governo municipal a nível do ensino de primeiro grau. Afirmam que os administradores a nível local estão mais cientes das necessidades e exigências educacionais de seus alunos e estão, portanto, mais capacitados a atender a essas necessidades. Por outro lado, os que se opõem à descentralização sustentam que os municípios não têm a capacidade, nem o conhecimento, para efetuar as mudanças necessárias.